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  • Quem acompanha o blog, sabe sobre a minha paixão por internet e por todos os benefícios que ela pode nos trazer e blá blá blá. Um deles é a facilidade de acharmos referências e inspirações legais. Por isso, hoje apresento para vocês, o Tumblr “Eu Me Chamo Antônio“, já ouviram falar?

    O Eu Me Chamo Antônio é mais um daqueles projetos que nos fazem suspirar. Resumindo o conceito todo: a página reúne imagens de frases de amor, escritas com caneta preta e pedaços de guardanapos.

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    “Eu me inspiro nos meus amigos, nos meus amores, nas bulas de remédios, nas histórias em quadrinhos, nos versos de [Mario] Quintana, no silêncio de elevador que não tem fim… Enfim, em tudo o que vivo, vejo, ouço e leio. Por isso, sempre ando com uma caneta, um caderninho e anoto tudo, tudo, tudo o que aparece na cabeça. Sem censura”, diz o criador do tumblr, o publicitário Pedro Antônio (rá), de 28 anos.

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    E para as interessadas, o projeto não está só no Tumblr não, viu? A dica é curtir a fanpage também (aqui: Eu Me Chamo Antônio) para receber todas as atualizações fofas diariamente. :}

    Beijos,
    MK.

    “Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?

    Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.

    drgrdgVocê vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.

    A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.

    Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.

    “Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down…” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que “é melhor ser alegre que ser triste” (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.

    drgrdgseeTem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.”

    Texto de Martha Medeiros

    Fiquei em dúvida no momento de nomear este post… Seria melhor “sobre a distância” ou “sobre a saudade”? Na verdade, eu nem sei definir o sentimento que tenho para poder nomeá-lo. Talvez porque sua nomenclatura ainda não exista ou outro motivo qualquer que o destino resolveu aprontar.

    Deixar o ninho, admito, já é um passo grande demais. Morar longe de casa então, ainda maior. Mas, foi minha escolha e a de tantos outros garotos e garotas com quem acabei esbarrando por aqui. Alguns gostam, alguns desgostam e muitos apenas convivem com esta eterna sensação. E preenchemos nossas cabeças com a sentença de que fomos nós quem fizemos esta escolha e um dia será recompensada. Já está sendo na verdade! A lição de vida que aprendemos a cada dia, diante de nossa própria independência, é imensamente encantadora.

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    Mas, aí chega o problema. A famosa citação de sentir-se sozinho no entorno de uma multidão acontece tão frequentemente que chega a doer lá dentro. O segredo é não parar nenhum minuto que for! Ter planos com os mais diversos amigos, conhecer lugares diferentes, ler um bom livro no parque e caminhar por ruas desconhecidas sem ter um destino certeiro. Aventurar-se! É assim que vai indo, é assim que tem que ser e tudo ficará bem no amanhecer do dia seguinte.

    Desdobrado o espaço, faz-se a distância. Não importam metros, quilômetros. É saudade que se conta nas entrelinhas.” Nara Vieira

    Texto escrito por Cristiane Sasse.

    Hoje é dia de festa bebê! É dia de comemorar a existência feminina, brindar o “sexo frágil” e dedicar nossas vidas a elas, as mulheres de nossas vidas.

    Hoje não existe diferença entre a mulher chorona, boba, atrapalhada ou calculista. Muito menos entre as que gostam de videogame ou jogam futebol. Hoje é o Dia Internacional da Mulher, e isso merece ser comemorado! E não tem nada melhor do que uma deliciosa sobremesa de chocolate para sair da rotina, chutar o balde da dieta e entrar de uma vez por todas, nessa festa!

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    Ingredientes:
    1 embalagem de mistura para bolo, sabor brownie
    3 ovos
    100g de manteiga
    100g de macadâmia picada
    150ml de água
    1 xícara (chá) de açúcar
    300g de nozes

    Como Fazer:
    Prepare a mistura de brownie conforme as instruções na embalagem, acrescentando aos poucos a macadâmia. Ferva a água com o açúcar e as nozes, mexendo com uma espátula até caramelizar. Junte tudo e misture bem. Espalhe sobre o mármore e deixe esfriar. Se preferir, faça uma cobertura de chocolate: Nescau + creme de leite + leite condensado e bom apetite!
    Fonte: Dona Benta

    PS. Hoje tá liberado! Sem peso na consciência, ok?!

    Beijosss,

    Anah Molinari