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  • Malas prontas e tickets na mão, vamos dar uma voltinha pela Europa… :)

    Primark é sinônimo de preços ridiculamente baratos e peças ridiculamente bonitas. Dá pra acreditar que essa união realmente existe? Pois é, com mais de 300 grandes lojas espalhadas pela Europa, a marca é capaz de abarrotar as malas de qualquer turista e serve de step para os moradores.

    A origem é irlandesa, nascendo a primeira loja nas proximidades da mais famosa avenida de Dublin, a O’Connell Street, em 1969. O objetivo da Primark é oferecer aos clientes preços baixos e qualidade. A estratégia é simples, utilizando-se dos mais diversos recursos para a redução dos custos, além do fato de não existirem gastos com publicidade, deixando que o público faça por si só. (Afinal, olha a gente aqui, né?)

    Ao entrar na loja é impossível sair de mãos abanando. Tem todo o tipo de roupa, bolsas, calçados, acessórios e até artigos para casa por preços absurdamente baixos. Mais do que isso, os produtos são estilosos e muitos são até “copiados” de grandes marcas, o que pode ser um pouco chato. Pontos negativos? A qualidade não tem toda a pompa prometida, mas pelo custo-benefício vale super a pena. Além disso, se quiser provar antes de levar, esqueça! As filas para os provadores são sempre quilométricas.

    Apesar de tudo, sou apaixonadíssima pela loja e não tem quem não passe a amar este mundinho depois de conhecê-lo.

    Caiu da cadeira com esses preços, né? E a lindeza dos artigos nem se fala. Queremos já uma dessas no Brasil!

    Me perguntaram essa semana se eu ainda sentia sua falta, ou se ao menos eu ainda pensava em você. Minha resposta sempre foi um não, imediato até. Mas pela primeira vez em muito tempo, eu pensei. Tecnicamente, não foi a primeira vez. Eu vivia lembrando de você em cada canto que eu ia, ou em cada filme que eu assistia. Mas não pensava em você daquele jeito, sabe? Não mais.

    Depois de um tempo, minhas noites mal dormidas não eram mais por sua culpa, não era porque havíamos brigado ou estávamos naquela fase de idas e vindas, não tinha nada a ver com você, apenas comigo. Minhas noites mal dormidas passaram a ser pelo excesso de cafeína que eu estava ingerindo, sabe? Precisava trabalhar, escrever, continuar com aquele hábito louco de rodar algumas madrugadas acordada, como sempre fazia.

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    Mudei meu corte de cabelo, acredita? Se você me visse hoje, não acreditaria, juro. Fiz uma tatuagem também, algo que eu nunca achei que faria. Meu estilo musical continua o mesmo, meus costumes também, meus amigos ainda me apoiam, em tudo.

    Amor – meu Deus, será que nunca vou parar de te chamar assim? -, no fundo, você amaria ver como mudei, pra melhor. Mas apesar dessas idas e vindas, a gente foi e resolveu que cada um ficaria na sua, você em outra, e eu na minha. É melhor assim. Alguns capítulos são mais compridos, outros, mais curtos, mas independente de quanto tempo demore ou de quantas vezes eu permaneça em algum deles, nenhum tempo é jogado fora. No final, tudo o que foi bom é lembrança, tudo o que não foi é aprendizado. E tudo isso é clichê.

    Gosto mais desse jeito, sabe? Eu, meu trabalho e um café. Minha vida é um pouco assim também, as vezes esquenta, as vezes esfria, mas nada me tira a vontade de continuar a viver, nada me tira essa paixão pela vida. Nada. Afinal, se nem você me tirou, quem dirá outra pessoa.

    Texto: Julia Rodrigues

    Dia desses eu estava navegando na internet quando encontrei uma matéria bem bacana que achei legal compartilhar com vocês. A história é sobre um casal que largou o emprego e a vida na cidade grande para morar em uma casinha mega aconchegante, feita de vidro nas montanhas.

    Confesso que tenho paixão absoluta por história desse tipo, quisera eu ter coragem de me mudar para a África ou simplesmente, viver minha vida numa dessas casinhas, longe das confusões e da correria do dia a dia.

    Pode parecer loucura para uns, ou tolice para outros. Mas para mim, em tempos onde celulares se tornaram as novas companhias da balada, facebook virou identidade pessoal das pessoas e o ponteiro do relógio passa muito mais rápido do que as horas de verdade, fugir é o novo VIVER!

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    Em dias onde postar fotos no instagram virou mais importante do que aproveitar o momento, ou um status nas redes sociais diz mais sobre você do que você mesmo, pode parecer impossível que exista alguém capaz de se jogar nessa aventura que é a vida.

    Mas vejam bem, longe de mim querer ir contra a era tecnológica – muito pelo contrário – eu amo todas essas inovações, não vivo sem meu celular e daria um beijo na boca de quem inventou a internet, mas o que quero dizer é que está cada vez mais difícil distinguir valores reais de valores virtuais. Por exemplo, é fácil colocar uma roupa bonita, vestir camisas de marca, postar fotos de pratos dos melhores restaurantes da cidade, mas difícil mesmo é ter coragem para assumir quem você é de verdade. Difícil é trocar uma noite na balada por uma noite sentada na calçada com aquele seu vizinho que a muito não se vê. Difícil mesmo é você abandonar “as regras” impostas pela sociedade, aquela em que diz que para você ser alguém na vida precisa de faculdade, um emprego, um carro moderno na garagem e uma conta no facebook, quando na verdade, tudo o que você precisa é ser você mesmo!

    Admito que fiquei encantada com a ousadia desse casal. Mas a minha maior dúvida é: quanto tempo será que aguentaríamos longe de toda essa rotina louca que é o nosso dia a dia?! Uma semana, um mês, uma vida? Me conta!!!

    (Fonte: Hypeness)

    Um beijo!

    Toda forma de expressão é válida, e acredito que a tatuagem seja uma delas. Sempre adorei pessoas tatuadas. Estampar o que você sente, defende ou vive é uma forma linda de mostrar ao mundo quem você é.

    Meu primeiro contato com o mundo da tatuagem foi quando minha irmã começou a fazer várias e não parou mais. Logo depois disso, meu irmão fez e então, primas, tios e amigos também fizeram. Eu sempre tive vontade, mas aos 15 anos me achava muito nova para marcar a pele com alguma coisa que só sairia com uma cirurgia. Deixei a ideia de lado, e este ano, mais exatamente, nesta última quinta-feira, fiz minhas primeiras tatuagens!

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    Sim, são pequenininhas e delicadas, do jeito que eu queria! Adorei o resultado, a pena ficou com traços mais realistas e a âncora fofa, bem minimalista. Eu queria expressar de alguma forma a minha gratidão em ter pais tão bons.

    A pena é em homenagem à minha mãe e a âncora ao meu pai. Pena na cultura indígena significa liberdade, sorte e coragem. A âncora significa estabilidade, segurança e tranquilidade.

    Ah, e a dor? Eu não senti dor nenhuma, tá? Mentira, dói um pouquinho sim, mas é aquela dor suportável, que acostuma depois de um tempinho. Se você tem essa vontade de fazer uma tatuagem, minha dica é ter muito claro o que você quer tatuar. Ter um significado é uma ótima forma de fazer com que você mais tarde não se arrependa do que tatuou. Além de escolher um estúdio de qualidade e conhecido em sua cidade, para não correr maiores riscos.

    Eu adorei a sensação de ter algo marcado na pele, não vejo a hora de fazer muitas outras!!!

    Beijinho,
    Michelle

    … Ter amigos!

    Estava ouvindo no carro um CD de Jamie Cullum, quando uma música me chamou a atenção. Em tradução livre, o refrão dizia: “Nestes tempos de prazeres superestimados e de tesouros subestimados, fico feliz que você exista“. Na hora, não pensei num amor, num amante ou num marido: o que me veio à cabeça foram os amigos.

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    Nestes tempos em que tudo e todos exigem eficiência, coerência e firmeza, é um bálsamo saber que, com os amigos, podemos ser inseguros, indecisos, carentes, mal-humorados ou excitados em excesso. Nestes tempos de valores tão distorcidos e efêmeros, é um conforto saber que podemos contar com os amigos para as coisas grandes e para as pequenas também. Principalmente para as aparentemente pequenas! É o Márcio ligando para dizer quais os filmes em cartaz que valem a pena ver. É a Carla, que volta de férias e traz de Paris aquele patê que sabe que você adora. É a Mary, que manda e-mail para saber se você melhorou do resfriado. É a Laura, que tira você da cama num domingo à tarde para tomar um chope e faz você rir dos casos complicados que ela vive intensamente. É a Beth, que consegue para você uma consulta com aquela taróloga disputadíssima. É o Pedro avisando que abriu um bar ótimo perto do trabalho. É a Ana Lúcia convidando para uma noitada com vinhos e conversa fiada. Esses são os amigos que fazem parte de sua vida hoje, mas existe também a outra categoria: os amigos da adolescência, aquelas que encontramos raramente. Como a sua melhor amiga dos tempos da escola, que já tem uma filha de 10 anos que você viu pela última vez no batizado. Sobre o que vão conversar? Sobre casamento, filhos e as respectivas carreiras, certo? Errado! Vocês vão se lembrar das tardes em que comiam escondido leite condensado com chocolate. Daquela vez em que o primo dela deu em cima de você. Da tortura que era usar aparelho nos dentes, achando que todas as outras meninas eram mais bonitas que você. Da primeira vez que depilaram a perna ou vestiram um biquíni de cordinha.

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    E a filha de sua amiga vai estar na sala nesse momento, ouvindo a mãe e aquela mulher desconhecida – você – rindo alto e com os olhos marejados. E não vai entender nada. Nem poderia.
    Existe uma magia entre os amigos que é única: a cumplicidade para rir das boas e más lembranças. E esse momento, de gargalhadas e olhos úmidos, vai se transformar em outra lembrança. Para você recordar daí a alguns dias, semanas ou décadas.

    A felicidade de ter amigos é que eles vivem com a gente no passado e no presente.

    Texto: Ana Cristina Reis | Fonte: Revista Claudia/2011