Eu sempre fui apaixonada por Florianópolis. Para quem não sabe, Floripa (nome carinhoso) é a capital de Santa Catarina, e é conhecida também como Ilha da Magia. Eu sou paulistana, e atualmente moro em Blumenau, em Santa Catarina. Mas Bnu não foi a primeira opção dos meus pais para a mudança, eles cogitaram mudar para Floripa, mas por alguns motivos optaram por Blumenau.

Barra do Sambaqui, à caminho de Santo Antônio de Lisboa.

Barra do Sambaqui, à caminho de Santo Antônio de Lisboa.

Mesmo não morando lá, eu sempre tive um amor grande por Floripa. Amo praia e amo cidade, e lá encontro as duas coisas. Tenho boas memórias nessa cidade, desde a infância (na época em que eu jogava vôlei), até agora. Aliás, um dos itens da minha Wishlist de ano novo é visitar mais a cidade mais vezes.

E conforme for visitando, vou trazendo as coisas legais que existem por lá, sendo a primeira delas: Santo Antônio de Lisboa!

Conhecendo Santo Antônio de Lisboa

Esse pedacinho maravilhoso é um distrito, bairro e praia da cidade de Florianópolis. Fica no norte da ilha e foi descoberta pelos portugueses da Ilha dos Açores no século XVIII. Com faixa de areia curta, parece uma vila de pescador, não é pra menos que a gastronomia local é totalmente voltada para frutos do mar. Na calçada, diversas mesinhas beira mar para você pedir uma cerveja gelada e um petisco feito na hora!

É lá também, a primeira rua calçada de Santa Catarina! Pois é, Don Pedro II veio para uma missa no século XVII então calçaram a ruela para que o Don tivesse onde pisar. E falando em missa, lá existe uma igreja também do século XVIII, a igreja Nossa Senhora das Necessidades. Foi restaurada em 2008 e está ~novinha em folha~.

Lá é um lugar muito lindo, e a arquitetura açoriana que rodeia o bairro faz eu me lembrar muito de Ouro Preto (se você quiser conferir como foi a minha viagem para lá, clique aqui).

E além disso, a Mi postou aqui no Blog algumas opções de restaurantes Vegetarianos na Ilha da Magia, você vai amar! CLIQUE AQUI PRA CONFERIR ESTE POST. 

Até a próxima <3

O Hypeness, que é um site incrível e sempre traz matérias legais, selecionou doze destinos para você desbravar o mundo com a mochila nas costas em 2018. Então, para aqueles que colocaram na wishlist “fazer um mochilão”, vale dar uma conferida!

1. México

Um país enorme e repleto de história, o México tem atrações para diversos tipos de viajantes. Apaixonado por surf? Puerto Escondido tem ótimas ondas. Gosta de sombra e água fresca? Que tal Cancún ou Playa del Carmen? A história fica por conta das muitas zonas arqueológicas e ruínas de civilizações pré-hispânicas espalhadas pelo país. Simplesmente apaixonante! (Gente, convenhamos que essas praias dão uma vontade de largar tudo e ir né? Lindo!)

2. Bolívia

Além de barata, a Bolívia também é pertinho do Brasil, o que garante economia com as passagens – os mais aventureiros podem até mesmo arriscar viajar de carro ou ônibus. Seja em La Paz ou no Salar de Uyuni, a Bolívia tem tudo para ser um destino de viagem maravilhoso e muito econômico. (Ei Bolívia, eu já sou sua fã!)

3. Nicarágua

Se a vizinha Costa Rica costuma ser cara, a dica é rumar para a Nicarágua. O país oferece atividades bastante similares e preços muito mais em conta. Experiências como escalar um vulcão ativo ou passear pela charmosa cidade colonial de Granada são do tipo que ficam na memória de qualquer um. (Nunca tinha pensado em Nicarágua, mas dando uma ~glooglada~ com toda certeza se mostrou um destino tentador!)

Na Europa

4. Romênia

Uma das estradas mais incríveis do mundo pode ser visitada na Transilvânia romena – e os mais curiosos podem aproveitar o passeio para conhecer o antigo castelo do Drácula. Com um turismo ainda pouco explorado, uma economia que ainda não aderiu ao euro e muitas paisagens incríveis, a Romênia merece entrar para sua lista de destinos. (Já pensou se no meio do passei ao castelo o Drácula aparece?)

5. Portugal

Quer coisa mais fácil do que viajar para um país que fala a nossa língua e que ainda por cima é mais econômico do que a maioria das cidades brasileiras? Sim, Portugal está com tudo e foi eleito o melhor destino do mundo em 2017. (Portugal tem meu coração, deve ser pelas minhas origens! E para aqueles que são inseguros em viajar logo de cara para um país que têm um idioma diferente, que tal começar por Portugal?)

6. Croácia

Faz alguns anos que a Croácia despontou como um dos países queridinhos dos brasileiros que viajam à Europa em busca de destinos menos convencionais. Paisagem de várias cenas de Game of Thrones, repleta de praias incríveis e cidades históricas idem, o lugar é de deixar qualquer um apaixonado. (Olha, eu tive uma amiga que viajou pra lá e me mostrou cada foto maravilhosa! A água é cristalina daquelas que você vê o seu pé o tempo inteiro!)

Na Ásia

7. Laos

Com um clima mais autêntico do que as vizinhas Tailândia e Vietnã, o Laos é um país acessível para viajar e possui uma ótima infraestrutura turística. Normalmente, é possível reservar um bangalô pelo equivalente a apenas US$ 10 em algumas das principais cidades do país. (Olha só que incrível!)

8. Nepal

De trekking no Himalaia (que podem ser feitos por conta própria) a safáris e visitas a templos, o Nepal promete ser um destino de viagem econômico e muito interessante.

9. Indonésia

Bali já está entre os destinos mais conhecidos dos apaixonados por praias, mas a Indonésia tem muito mais a oferecer – e outras regiões prometem preços incrivelmente baratos longe das hordas de turistas.

Na África

10. Marrocos

Um destino de fácil acesso para quem está viajando pela Europa, o Marrocos permite conhecer uma cultura bastante diferente da nossa. Diversos hostels econômicos e renovados são perfeitos para uma viagem com orçamento baixo. Quem busca um pouco mais de conforto irá encontrá-lo nos típicos riads marroquinos, que podem ser reservados por cerca de R$ 100 a noite por casal. (UAUUUU!) 

11. Egito

De acordo com o site Quanto Custa Viajar, o Cairo é uma das cidades mais baratas do mundo para viajar – uma viagem do tipo mochileiro sai por cerca de R$ 50 por dia apenas. (Mete a egípcia e vai!)

12. África do Sul

Embora não seja extremamente econômico, o turismo na África do Sul tem também muitas opções baratas. Os gastos com acomodação e comida não costumam ser elevados, o que permite manter um orçamento dentro dos limites – e se mimar pagando algum passeio que você queira muito fazer, por exemplo! (Talvez para esse destino você deva economizar um pouco mais, mas olha, vale a pena!)

E aí, algum desses destinos já estão na lista de vocês?

Fonte: Hypeness

 

Ufa! Esse é o último post da série de quatro posts que fiz sobre o que fazer em Ponta Grossa!

E hoje é para contar de um dos fenômenos mais interessantes que aprendi nessa viagem, as dolinas! Senta que aqui vem uma pequena aula de geografia!

Como as dolinas se formam?

Pelo o que eu entendi, a dolina é uma depressão que é formada pela dissolução em regiões calcárias, ou pelo desmoronamento dessas dissoluções. Às vezes por existir um rio subterrâneo e umedecer demais o solo ou outros fatores. Esse desmoronamento pode ocorrer em diversos locais, as vezes até em cidades!

Lá em Ponta Grossa conheci uma dolina. E é muito interessante, pois simplesmente é um buraco no meio das rochas! E dentro desse buraco existia uma floresta, com riacho e tudo. Vimos de cima, mas existem trilhas que levam você para a parte de baixo.

Você já conheceu alguma dolina?

Confira os posts que eu fiz sobre a minha viagem para Ponta Grossa, desbravando o Buraco do PadreFenda da Freira e a Cachoeira da Mariquinha!

Já contei aqui para vocês que fui para Ponta Grossa. No primeiro dia fomos para o Buraco do Padre e para a Fenda da Freira em um dia lindo de sol! Após esse dia intenso terminamos assistindo um lindo por do sol no nosso acampamento.

Tudo estava lindo até que a noite chegou, e com ela um frio desgramaaaaaaado! Eu já havia acampado, porém nunca havia acampado em um lugar frio. E como naquela semana tinha feito muito calor durante a semana em Blumenau, eu esqueci que Ponta Grossa era uma região mais fria.

Então passei frio durante a noite. Muito frio. Eu lembro que acordei as 3h da manhã tremendo e perguntando pro meu namorado que horas eram, e quando ele me disse a hora fiquei decepcionada pois ainda faltava 4 horas pra gente acordar! hahahah

Analisando o frio que eu passei na madrugada!

Perrengues acontecem nas melhores famílias!

Então após virar um pinguim, finalmente acordamos. Tomamos café, e fomos conhecer mais um lugar da lista: a Cachoeira da Mariquinha! O início da trilha era no camping que dormimos. A trilha durou em torno de 20 minutos, era bem marcada e de fácil acesso.

Após desbravar a natureza, chegamos ao ponto final. Com 30 metros de altura, lá estava ela. Linda e única. Fiquei triste pois estava muito frio, mas a minha vontade era de entrar na água. Ponta Grossa me surpreendeu mais uma vez!

Até a próxima!

Após conhecer um dos lugares mais lindos da minha vida, o Buraco do Padre, decidimos ir fazer a trilha da Fenda da Freira. Inicialmente eu tinha ficado um pouco apreensiva se eu aguentaria a trilha pois tenho um problema na coluna, que não posso forçar muito, mas após uma amiga voltar dessa trilha e me assegurar que seria tranquilo, colocamos a mochila com água nas costas e partimos.

A trilha para a Fenda é mais complicada do que a do Buraco do Padre, ela é um pouco ingrime, e no dia estava muito quente, então foi um sufoquinho subir. Mas engatamos a primeira e fomos, sem parar. Sou da premissa que se parar, vai empacar! hahaha

Trilha para a Fenda da Freira

Até a Fenda dura uns 30 minutos, e com lugares lindos pelo caminho. Em um momento você consegue ver uma imensidão de natureza a sua volta, em outra você vê uma pedra gigantesca no caminho e quase chegando, você ainda da uma de Tarzan e desce por cipós. Ok, mentira. Você desce devido a raízes presas no chão, mas é bem seguro, parece até que foi feito para auxiliar a descida.

E quando você finalmente chega, você fica sem palavras. Você fica entre dois paredões gigantescos se sentindo pequeninho! Dentro da Fenda é bem frio, mesmo com um dia muito quente, lá embaixo estava gelado. E um silêncio único. Você caminha em meio aqueles paredões, com o chão de areia, e fica deslumbrado com a natureza.

Fenda da Freira

Após esse dia, fomos em busca de um acampamento para pernoitar. Escolhemos um próximo ao lugar que visitaríamos no dia seguinte! Então armamos o acampamento, assistimos um por do sol maravilhoso, acendemos nosso fogo e jantamos. Depois do jantar fomos dormir, afinal, estávamos todos muito cansados.

Na semana que vem contarei como foi o segundo dia em Ponta Grossa, mas por hoje é isso!