Epílogo

Esse clima natalino sempre nos deixa assim, já percebeu? Assim, desse jeitinho que eu sei que a gente tá: querendo amor, querendo amar, querendo espalhar felicidade por todos os lugares.

Porém, vendo esse dezembro se transformar em 2014, tenho a maior certeza que alguém pode ter: nesse ano, finalmente, aprendi a viver. E não digo isso apenas para combinar com o especial do Roberto Carlos daqui a alguns dias. Digo isso porque realmente é verdade.

Quando a gente passa a aceitar que a vida nem sempre – quase nunca, na verdade – é como a gente quer, a gente vive melhor.

cabide-colorido-cronica-viver

Passei a tentar ver em tudo que há, qualquer vestígio de que valeu a pena, e em cada coisa ruim que acontece, tento só pensar que “era pra ser assim”. Mas só me conformo com algo que aconteceu, depois de ter a certeza de que tentei, ao menos um pouquinho, fazer com que desse certo.

Sem dúvida alguma não sou a pessoa mais indicada para discutir sobre coisas boas ou ruins, sou só a pessoa que gosta de falar disso. Que gosta de ver que aprendeu alguma coisa quando algo dá errado e ama perceber quando deu certo.

Erros são assim, para serem errados. Nada, ninguém, coisa alguma pode ter mais poder sobre nossa própria vida do que nós mesmos. A única coisa é que o erro não se deve repetir. À menos que tenha sido bom.

Júlia Rodrigues

__
Este é o último post da Júlia como Bff do CC.
Os bons ventos a levarão para novos projetos. Boa Sorte Julinha, nós adoramos você!

Comments

comments