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  • Ter 1.85 de altura nunca foi um algo fácil na minha vida; ter 1.75 aos 11 anos muito menos.

    Quando a gente é alto, temos uma leve sensação que não fomos feitos pra esse mundo; a gente se sente meio alienígena, meio avatar (até porque já me chamaram de avatar trocentas mil vezes). Desta forma, vale compartilhar alguns dos momentos da minha infância em que me lembrei (fui lembrada!) que era alta. Dizem as “boas línguas” que nasci de 8 meses por não caber mais na barriga da minha mãe.  Mas vamos aos fatos:

    1 – A ÚLTIMA DA FILA

    girafa

    Normalmente a ordem ficava assim: todas as meninas, todos os meninos e EU. Euzinha lá no final da fila. Isso também ocorria com a ordem na sala: eu sempre sentada no “fundão”; ou nas laterais para não impedir que os colegas enxergassem a professora.

    2 –  EU, MENINO

    Eu sempre tinha que fazer o papel de menino na quadrilha da festa de São João, com direito a calça jeans, camisa xadrez (sem pintinhas) e bigodinho pintado no rosto.

    3 – EU NUNCA TIVE O SAPATO DA MODA

    sapato

    Quando eu era criança, eu não tinha o sapato da Sandy, da Eliana ou outras coisas do moda. Como cresci muito rápido, meu pé todo apressado cresceu junto. Aos 11 anos, eu já calçava enormes tênis de adultos, 37/38.

    4 – APELIDINHOS.

    Os apelidos na escola variavam bastante, desde girafa, gigante, pé de lancha, manuzão. Sério, pensa uma criança de 9 anos com franjinha sendo chamada de MANUZÃO. No final da infância teve o lançamento do filme Avatar, aí já sabem o que aconteceu, né? PLAU! Novo apelido cinematográfico. Obrigada, Cameron!

    5 – FESTA DE FAMÍLIA

    pergunta de tia

    E não posso esquecer de comentar que todas as festas de família tinha a tia que falava “Nossa menina, como você cresceu! Já ta quase maior que eu.” Ou “Nosssa!!! Você não para de crescer” e a mais conhecida de todas: “Sua mãe te colocou fermento, hein?”.

    Isso foram só 5 fatos resumidos de uma infância – quase – traumatizada. Tem mais, muito mais de onde vieram esses. E aí, curtiram? Quem já teve alguma situação na infância parecida? Conta pra gente!