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  • Viajar é tão bom, mas tão bom, que nós aqui não cansamos nunca de falar do assunto. Mas, melhor do que viajar, é aproveitar bem o destino escolhido, sem preocupações ou problemas. Hoje o Seven List veio pendurar aqui no Cabide Colorido 7 dicas para aproveitar bem uma viagem.

    Quem nunca foi viajar e ao invés de relaxar acabou se preocupando mais? Isso acontece bastante. E pode acabar sendo totalmente frustrante para qualquer viajante. Pensando exatamente nisso, nós fizemos uma lista super especial para quem quer curtir o destino escolhido e aproveitar cada detalhe. Confira abaixo:

    O que você achou da lista? Já está preparado para colocá-las em prática na próxima viagem? Queremos muito saber sua opinião, seus gostos e suas sugestões, conte tudo pra gente aí nos comentários!

    E já que o assunto é viagem, que tal você também organizar suas casa antes de partir para curtição? São dicas importantes e que também podem contribuir e muito para você aproveitar sua viagem sem estresse, confira: 7 coisas que toda pessoa que mora sozinha precisa fazer antes de ir viajar.

    Não se esqueça: estamos aqui no Cabide Colorido todas as terças-feiras trazendo infográficos super legais com conteúdos bem bacanas. E para você não perder nenhuma novidade não se esqueça de seguir o Cabide Colorido nas redes sociais e claro, aproveite também para conhecer mais sobre o Seven List. Terça que vem nós estamos de volta!

    As pessoas sempre me perguntam se o meu intercâmbio de Au Pair me ajudou profissionalmente quando eu voltei pro Brasil, e a minha resposta é: AJUDOU MUITO!

    Quando eu voltei pro Brasil, fui logo atualizar meu currículo com todos os cursos que fiz nos EUA, e com a minha experiência de intercâmbio. “Mas Michelle, pode colocar experiência de intercâmbio no currículo”? Não só pode, como deve! E nem é o fato de eu ter trocado umas 700 fraldas durante os meus 18 meses por lá,  e sim por ter vivido em outro país, melhorado meu inglês, convivido com uma família americana de cultura totalmente diferente da minha e ter mostrado ao mundo, e principalmente à mim mesma, que eu sou capaz!

    No primeiro mês de volta ao Brasil eu já consegui um trabalho, e posso dizer que a vaga estava bem concorrida.  Mas depois de ser contratada a minha chefe disse que o meu maior diferencial era a minha experiência na gringa. Então, pra que você consiga mostrar que a sua experiência morando lá fora valeu a pena, hoje eu trouxe 3 passos para destacar o seu intercâmbio no currículo! 

    1. Identifique o campo mais adequado para inserir a experiência: Pode parecer uma dica óbvia, mas essa é uma das principais dúvidas dos intercambistas: Onde inserir essa informação sem prejudicar a estética do currículo ou exagerar? A resposta é simples. Se você viajou para estudar, inclua o curso realizado no campo de formação. Se foi trabalhar, invista no campo de experiências profissionais, e assim por diante. O grande diferencial é apresentar uma breve descrição do tópico utilizado para agregar mais valor ao currículo. Por exemplo, quando indicar os idiomas que possui fluência é interessante destacar a vivência no exterior e a imersão naquela cultura e língua. Se o seu intercâmbio incluiu estudo e trabalho você pode criar uma subdivisão de vivência internacional. Nessa nova categoria descreva a experiência contando em detalhes o período que ficou fora, para onde viajou, o que estudou, quais trabalhos realizou durante o intercâmbio, etc.

    2. Invista no campo de habilidades pessoais: Outra forma de usar o intercâmbio a seu favor é adicionando no documento um tópico para habilidades pessoais. Escolha, no máximo, cinco das suas melhores qualidades e insira ao seu lado um breve exemplo de como ela contribuiu para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Para fortalecer sua vivência internacional, priorize habilidades que você consiga encaixar situações ocorridas durante a viagem e que poderá utilizar durante o seu trabalho em equipe. Assim, poderá instigar o entrevistador a perguntar mais sobre sua experiência durante a entrevista.

    3. Tenha Contatos e referências Internacionais: Pode parecer irrelevante, mas muitos recrutadores ainda valorizam a indicação de referências no currículo. Sendo assim, você pode aproveitar essa oportunidade para indicar pessoas de fora do país como contato. Ao citar professores e até empregadores internacionais você poderá demonstrar ao recrutador que utilizou seu tempo na gringa também para se desenvolver profissionalmente e criar uma rede de networking.

    Curtiu as dicas? Espero que sim, e espero que te ajude aí na hora de arrumar o currículo quando voltar do intercâmbio!

    Um beijo, amo vocês!

    Eu comecei no teatro pra preencher um vazio.

    No final de 2011, eu decidi parar de treinar vôlei; eu joguei vôlei durante 7 anos e durante este período achei que esta seria minha profissão, meu sonho realizado, aquilo que eu faria pra sempre, sabe? Mas não foi bem assim e por diversos motivos decidi parar de treinar. Também em 2011, fiz um curso em que um dos módulos era teatro. Tive duas ou três aulas e a partir disso comecei a me interessar. Em 2012, bem no comecinho do ano, visitei a Escola Carona de Teatro, obtive as informações necessárias e me matriculei.

    Acabou.Pronto.Acabou (2012) – Direção: Pépe Sedrez

    O que eu não sabia neste início é que aquilo que eu comecei para preencher me completou de forma integral. Quando a gente começa algo novo, a gente sempre começa meio perdido e, quando me pediam, nos exercícios das aulas, para doar MAIS, MAIS, MAIS, eu não sabia que eu podia dar  mais. E eu podia e fiz. A cada ano, tento dar mais do que o ano anterior, mais energia, mais potência, mais amor.

    [ardil] (2013) – Direção: Pépe Sedrez

    Foi no teatro que eu tive a minha maior revelação: a de poder confiar em mim mesma.

    Nas aulas de teatro, você rompe barreiras todos os dias, seja de vergonha, nervosismo, falta de confiança, dificuldade de interação e às vezes também o cansaço; você rompe barreiras com você mesmo o tempo inteiro.

    Sou Pó (2014) - Direção: Sabrina Marthendal

    Sou Pó (2014) – Direção: Sabrina Marthendal

    E foram nesses rompimentos e provocações que eu mais me conheci, mais soube o que se passava dentro de mim e dentro da minha mente. Lá que eu entendi o meu limite; ou o que eu aprendi é que não se tem limite, que você sempre pode ser forte e atravessar as situações, romper as barreiras. Descobri que eu sou capaz, que, no tablado, o menos é mais, pode ser em um curto monólogo ou em longos diálogos; ultrapassar limites está presente o tempo inteiro dentro de você .

    Eu Era Hamlet (2015) - Direção: Pépe Sedrez

    Eu Era Hamlet (2015) – Direção: Pépe Sedrez

    Hoje, após 5 anos de curso, 5 espetáculos apresentados, aproveitando a experiência dos companheiros, sabedoria dos mestres,  envolvida em todos os aspectos desta arte, tenho mais sede de conhecimento e vontade de aprender novas técnicas, novas narrativas interiores, novas formas de pensar. E eu sou grata, principalmente, por cada emoção sentida nos ensaios, sob as luzes, na cochia, em peças e apresentações.

    Peito Inflamado com Palavras Afogadas (2016) - Direção: Fábio Hostert

    Peito Inflamado com Palavras Afogadas (2016) – Direção: Fábio Hostert

    O vazio que eu tinha em mim foi completado e hoje transborda de amor pela arte, pelo teatro e pelas emoções!

     

    Bom, uma coisa que vocês já devem ter ouvido bastante da boca da Michelle nesse semestre é a palavra TCC. Né? E realmente, ele parece um pesadelo. No primeiro semestre desse ano, passei pelo mesmo, e hoje resolvi compartilhar que sim, você sobrevive ao TCC e sem sequelas, na verdade a única sequela é o sono atrasado.

    Também faço publicidade, na mesma faculdade que a Mi e até fazemos uma matéria juntas. Pela ordem cronológica da faculdade eu deveria estar fazendo o TCC agora porque estou no último semestre, porém, eu também faço teatro e o final do ano sempre é uma loucura com a montagem da peça e tudo mais, então resolvi adiantar e fazer no primeiro semestre desse ano.

    Eu não sei muito bem como funcionam os outros cursos mas no nosso curso a gente que escolhe um tema, no sétimo e penúltimo semestre, temos uma matéria que chama Pré TCC e nela temos o auxilio para a escolha do tema, e familiarização com as normas da ABNT (ABNT……..A INIMIGA); Porém mesmo com esse auxílio, eu cheguei pra fazer o meu TCC e eu não tinha tema. Tava bem perdidona e sem orientador (na nossa faculdade, os orientadores te escolhem a partir do tema que você propõe no pré tcc). Mas aí, uma das professoras, me escolheu e falou: “Manu, o que acha de mudarmos isso para vídeos On Demand” e na hora foi como se eu tivesse encontrado o meu destino. Porque, caso vocês não saibam, vídeos On Demand são todos os vídeos que você tem controle de acessar a hora que você quiser, ou seja, Netflix e Youtube se encaixam nesse padrão. E eu sou uma viciada em Netflix, e em Youtube também.

    Esse introito foi só pra dizer que desde a escolha do tema do TCC já é um pesadelo, você vai passar 4 meses completos trabalhando sobre o mesmo tema, sobre os mesmos assuntos, você não vai aguentar mais ler algumas palavras, você vai se descabelar lendo artigos, livros e as vezes caçando conteúdo. Você vai descobrir que não pode falar nenhuma frase sem citar alguém, que você não pode só copiar, que você tem que ir atrás de coisas recentes, você vai se inovar, você vai perder a vida social, você vai aprender a dizer não!

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    A pior parte para mim, foi aprender a dizer não, é tão difícil quando os teus amigos te chamam pra algo e você não pode sair porque tem que escrever 10 páginas de trabalho, você vai começar na sexta e terminar só domingo a noite, no meu eu ia dormir sempre as 5h da manhã, cheguei a criar uma playlist para me manter acordada. MAAAAAS eu juro, que no final, quando você vê todas aquelas folhas, você tem um ar de sobrevivi que vale muito a pena.

    Porém, não acaba por aí.

    Tem a bendita da apresentação, a defesa, a banca. A palavra banca me dava arrepios cada vez que eu ouvia, no meu caso ainda marcaram a banca as 21 horas, sim, eu passei o dia inteiro com dor no estômago, frio na barriga, tremendo, comendo (obviouss). Mas aí vem uma coisa que não pode sair da sua cabeça: foi você que fez o trabalho, ninguém sabe mais do que você, você é o dono disso. E uma dica: ensaiem a apresentação, porque isso ajuda muito. Eu ensaiei muitas vezes, em casa, andando na rua, no banho. E ó, confia em você, e vai!

    Meu resultado foram 90 páginas de trabalho, elogios da banca, crescimento pessoal (porque sério, eita responsabilidade!) e um 9.8 lindo que me fez chorar.

    E um grito de EU SOBREVIVI AO TCC! Uhuuu

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    (parece bobo pra quem não passou ainda por isso, mas espera, é quase uma novela mexicana misturada com suspense e uma dose de filme de terror)

    Depois disso, comemorem e saiam pra beber, você merece.

    Beijos no coração de todos, em especial pra Michelle, porque falta pouco pra ela gritar comigo o “Eu sobrevivi!”

    Até quinta que vem :)