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  • Já contei aqui para vocês que fui para Ponta Grossa. No primeiro dia fomos para o Buraco do Padre e para a Fenda da Freira em um dia lindo de sol! Após esse dia intenso terminamos assistindo um lindo por do sol no nosso acampamento.

    Tudo estava lindo até que a noite chegou, e com ela um frio desgramaaaaaaado! Eu já havia acampado, porém nunca havia acampado em um lugar frio. E como naquela semana tinha feito muito calor durante a semana em Blumenau, eu esqueci que Ponta Grossa era uma região mais fria.

    Então passei frio durante a noite. Muito frio. Eu lembro que acordei as 3h da manhã tremendo e perguntando pro meu namorado que horas eram, e quando ele me disse a hora fiquei decepcionada pois ainda faltava 4 horas pra gente acordar! hahahah

    Analisando o frio que eu passei na madrugada!

    Perrengues acontecem nas melhores famílias!

    Então após virar um pinguim, finalmente acordamos. Tomamos café, e fomos conhecer mais um lugar da lista: a Cachoeira da Mariquinha! O início da trilha era no camping que dormimos. A trilha durou em torno de 20 minutos, era bem marcada e de fácil acesso.

    Após desbravar a natureza, chegamos ao ponto final. Com 30 metros de altura, lá estava ela. Linda e única. Fiquei triste pois estava muito frio, mas a minha vontade era de entrar na água. Ponta Grossa me surpreendeu mais uma vez!

    Até a próxima!

    Após conhecer um dos lugares mais lindos da minha vida, o Buraco do Padre, decidimos ir fazer a trilha da Fenda da Freira. Inicialmente eu tinha ficado um pouco apreensiva se eu aguentaria a trilha pois tenho um problema na coluna, que não posso forçar muito, mas após uma amiga voltar dessa trilha e me assegurar que seria tranquilo, colocamos a mochila com água nas costas e partimos.

    A trilha para a Fenda é mais complicada do que a do Buraco do Padre, ela é um pouco ingrime, e no dia estava muito quente, então foi um sufoquinho subir. Mas engatamos a primeira e fomos, sem parar. Sou da premissa que se parar, vai empacar! hahaha

    Trilha para a Fenda da Freira

    Até a Fenda dura uns 30 minutos, e com lugares lindos pelo caminho. Em um momento você consegue ver uma imensidão de natureza a sua volta, em outra você vê uma pedra gigantesca no caminho e quase chegando, você ainda da uma de Tarzan e desce por cipós. Ok, mentira. Você desce devido a raízes presas no chão, mas é bem seguro, parece até que foi feito para auxiliar a descida.

    E quando você finalmente chega, você fica sem palavras. Você fica entre dois paredões gigantescos se sentindo pequeninho! Dentro da Fenda é bem frio, mesmo com um dia muito quente, lá embaixo estava gelado. E um silêncio único. Você caminha em meio aqueles paredões, com o chão de areia, e fica deslumbrado com a natureza.

    Fenda da Freira

    Após esse dia, fomos em busca de um acampamento para pernoitar. Escolhemos um próximo ao lugar que visitaríamos no dia seguinte! Então armamos o acampamento, assistimos um por do sol maravilhoso, acendemos nosso fogo e jantamos. Depois do jantar fomos dormir, afinal, estávamos todos muito cansados.

    Na semana que vem contarei como foi o segundo dia em Ponta Grossa, mas por hoje é isso!

    Foi a primeira vez que eu acampei fora do estado. Também foi a primeira vez que eu acampei no frio, mas isso eu conto mais pra frente. A única cidade que eu conhecia do Paraná era Curitiba, passei três dias lá esse ano (vem ver o que eu fiz por lá clicando aqui) e era só isso. Mas aí, uma grande amiga chamada Bell me convidou para desbravar Ponta Grossa, e eu pensei “por que não?“. O combinado era sair as 3:00, sim, madrugamos e fomos muito pontuais. Exatamente 3:00 estávamos a caminho da famigerada, da desconhecida, da incrível: Ponta Grossa.

    Bell e Adri, companheiras dessa aventura

    De Blumenau até lá são longas seis horas, mas que passadas em boa companhia se transformam em ~quase~ minutos e as 9:00 já estávamos chegando na cidade, a estrada até lá é muito bonita.

    Fomos direto para o buraco do padre, ele faz parte do Parque Nacional dos Campos Gerais (que descobri que é gigante!). Para entrar no Parque o ingresso é R$16 e esse ingresso te da direito de passar o dia inteiro lá, ele tem uma infraestrutura muito boa.

    Nós fomos com um grupo que faz trilhas, o Anunnaki Trilhando, e eles contrataram um guia para mostrar tudo o que o parque tinha para oferecer, todas as trilhas etc, o grupo não é uma empresa. Eles são amantes da natureza e curtem desfruta-la com consciência e atentos a sua preservação.

    Grupo Anunnaki Trilhando

    Apesar de irmos com esses grandes aventureiros, eu e o Bruno optamos por não fazer as trilhas porque eu tenho um problema nas costas e tenho medo de fazer grandes esforços, então eles seguiram “viagem” e nós ficamos na entrada do parque. Na entrada do parque você encontra um super gramado, banquinhos e banheiros. Também existe uma lanchonete e quiosques para churrascos.

    Como a nossa última refeição tinha sido de madrugada, estendemos a toalha e fizemos um picnic. Levamos de casa sanduíches prontos, chá, frutas e amendoim. Após recarregar as energias fomos em busca do Buraco do Padre (o legítimo!), o buraco foi batizado assim por causa dos padres jesuítas que utilizavam o local para meditar. Lá existe uma cascata de 30 metros de altura, que desce em um buraco.

    Para chegar lá, você pega 1km de trilha, bem tranquila, bem guiada. Essa trilha passou por uma reforma recentemente e hoje o acesso também é feito para cadeirantes.

    Trilha para o Buraco do Padre

    Mini cachoeira no meio da trilha

    Após 20 minutos de trilha, a surpresa.

    Eu havia visto fotos antes de ir, mas a sensação de estar lá é indescritível. Acredito que morar na cidade faz a gente esquecer de como a natureza é perfeita, de como ela é imensa e de como ela é única. Conforme eu fui entrando na caverna, meu coração foi acelerando e a emoção tomou conta. Eu tenho 1.85 mas naquele momento me senti pequeninha. Era eu, o barulho da água caindo e os pássaros em um lindo canto. Fechei os olhos, e agradeci. Sério. As fotos não conseguem mostrar 20% do que é aquilo.

    Depois de contemplar a natureza, fomos conhecer a Fenda da Freira. Mas isso conto semana que vem! Alguém já foi para lá?

    Olha, eu sei. Curso de inglês tá caro, ou as vezes você até acha um com preço camarada mas mesmo assim não bate no orçamento. Acontece, é normal, ta bom? Então hoje eu vou te dar algumas dicas minhas que venho utilizando a mais ou menos 4 meses para estudar inglês em casa, e melhor, de graça.

    MÚSICAS

    As músicas estão nos cercando desde quando nascemos, e com certeza músicas estrangeiras fizeram parte disso. Uma coisa que eu tenho feito é brincar de karaokê. É sério. Eu procuro no YouTube o nome da música, seguido da palavra “lyrics“. Aí vai vir a música com a letra, tipo o karaokê mesmo. E assim, eu leio e canto muito feliz! E vou anotando em um caderno palavras que eu desconheço pra depois procurar o significado.

    SERIADOS

    Poderia ser filme também, mas filmes são mais longos e as vezes a gente precisa de um respiro. Eu escolhi um seriado neutro, desses de histórias cotidianas para treinar meu inglês. Eu vejo um capítulo com legenda em inglês, e um capítulo sem legenda. Assim, vou treinando a minha leitura, e também a minha audição. Aqui também vou anotando as palavras que não reconheço.  É legal colocar sem legenda porque você se força a ouvir, a gente se prende a legenda e muitas vezes “desligamos” o ouvido, assim você se forçará a tentar entender. Indico os seriados: F.R.I.E.N.D.S, Modern Family, Full House…

    NOTÍCIAS

    De vez em quando procuro sites de notícias em inglês, ou revistas, e leio uma matéria. É importante você ter contato com vocabulários novos, então ler coisas de nichos diferente é bem interessante.

    CONVERSAR SOZINHA

    Não, eu não sou louca. É sério. Eu crio diálogos do cotidiano comigo mesma e falo sozinha em voz alta. Por exemplo, crio alguma situação que estou no mercado procurando alguns ingredientes, e vou imaginando a situação, falando o nome dos utensílios, falando o nome dos produtos, fingindo que estou pedindo informação.

    CURSOS ONLINE FREE

    Eu sempre estou em busca de cursos online de graça, porque acredito que sempre tem uma gramática pra aprender. E na semana passada fiquei muito feliz com o curso que eu encontrei, são 30 aulas, com direito a atividades para você treinar. Vai desde coisas mais simples até coisas do dia a dia. O curso é da professora Elen Fernandes e ela é muito objetiva na aula e mostra situações do cotidiano e algumas dicas, se te interessar é só clicar aqui.

    Essa são as principais coisas que eu faço para treinar o meu inglês, você tem alguma tática? Uma tática que já ouvi que é muito legal é você colar post-it nas coisas pela casa, com o nome em inglês!

    Desde que me conheço por gente, e tenho a consciência que o meu sonho é viajar por esse mundão afora, venho pensado no meu primeiro intercâmbio. E nessas indas e vindas dos anos, já mudei o destino diversas vezes. E hoje vim compartilhar com vocês algumas dos pontos que pensei durante esses anos.

    IDIOMA

    Por mais óbvio que seja, você deve priorizar o idioma que você quer aprender. Tem pessoas que sonham em ir para diversos lugares, mas não para aprender a língua local. Então o primeiro fator é escolher que idioma você quer.

    CLIMA

    Bom, eu amo sol, verão e praia. Porém, não me importo de viver em climas frios e chuvosos. Eu moro em uma cidade que tem as 4 estações em um dia, então eu tenho um “aviso prévio” de como são os lugares assim. Claro, eu não sou uma pessoa que pode ir morar na Suíça, não sei como meu corpo funcionaria em um lugar que faz vários graus abaixo de zero. Mas você dar uma olhada no clima local é sempre importante, para você ter uma noção do que você irá enfrentar.

    PERMISSÃO DE TRABALHO

    Se você quer ficar mais que três meses já é interessante você procurar destinos que você possa trabalhar, porque caso você não tenha alguém para te sustentar, você terá que pagar as contas! Por mais que em alguns lugares você tem um valor obrigatório para levar, o dinheiro pode acabar e você precisa estar preparado para colocar a mão na massa!

    VIAJAR

    Eu sou da premissa que quantos mais lugares você conhecer, mais culturas você irá encontrar. Escolher um destino que te proporcione a conhecer mais países é legal levar em consideração também. Por exemplo, se você for para os EUA você conhecerá diversos estados, mas se você escolher algum destino da Europa você poderá conhecer diversos países.

    INVESTIMENTO

    No fim das contas, esse é o item que mais pesa. A ansiedade cresce, a vontade de viajar também. Existem lugares que tem preços muito mais caros do que outros. Mas, se o destino dos sonhos for o mais caro, vale a pena se programar e juntar  uma grana legal para atingir o seu objetivo. A gente consegue tudo o que batalhamos para conquistar!

    Alguns desses itens eu abdiquei porque a gente vai juntando o útil e o agradável, né? O importante é pesquisar. Sério, até não dar mais. Você encontra informações importantíssimas na internet, em canais do youtube, em sites específicos. Nunca se canse de pesquisar, porque qualquer conhecimento é importante para a decisão final.

    Até a próxima!