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  • Lembram de quando eu contei como foi a minha infância sendo sempre a última da fila, ou da galera do fundão? (Se não lembram, cliquem aqui que vocês já vão entender) Bom, o ~ terror ~ da vida de gigante não parou só quando eu era criança não, ela continuou, chegando na famigerada adolescência. E hoje vou compartilhar com vocês os principais fatos que tive que conviver sendo uma meiga girafinha.

    1 – ÔNIBUS

    A gente cresce e começa a usar o ônibus. Sério, nunca fui fresca então tudo bem andar de ônibus, uso e usufruo bem dele. Mas a partir do momento que as suas perninhas não cabem quando você senta no banco ou sua cabeça bate onde você segura quando está em pé, aí a parada fica séria! Eu sofro com isso até hoje, porque as coisas não foram feita para pessoas com mais de 1.75 então imagina euzinha que tenho 10 cm a mais que isso?! Mas aí a gente cria algumas técnicas do tipo sentar de lado ou sentar no banco de trás que não tem outro na frente! Porém as vezes fica assim ó:

    onibu

     

    2 – NOSSA QUE ROUPA CURTA!

    É isso que eu pensava cada vez que eu ia à uma loja e provava um shorts, vestido ou até uma saia. Eu passei uma grande parte da minha adolescência usando calça porque eu era muito magra na época e não dava pra fazer o esquema que eu faço hoje de pegar 2 números acima do meu para ficar mais comprido e depois apertar na costureira. Então fui em algumas formaturas de oitava e festa de 15 anos de calça e tênis. Na época eu era super fã da Avril então não me importava de ser meio sk8! hahaha (se vocês leram o meu outro post, vão lembrar que eu comentei que nunca encontrava sapatos do tamanho do meu pé aliás isso é um grande problema até hoje).

    3 – NAMORADINHOS

    Lá vai a festa de família, e lá vai a tia perguntar se você vai encontrar um namorado do mesmo tamanho que o seu. Lá vai a família toda analisar se tem homens altos o bastante no mundo e lá vai euzinha duvidando do destino. Porém ele foi lá e não apenas me deu um namorado do mesmo tamanho que o meu e sim um namorado 1 cm a mais que eu! Hahaha. Mas meninas altas, ignorem todos os comentários de que você precisa ter um namorado mais alto, no fim, a gente namora quem nos faz feliz, e isso que é importante. Ah, e sim, eu uso salto mesmo ficando mais alta que ele!

    4 – VOCÊ JOGA BASQUETE?

    Sim, você que é alta já deve ter escutado ou vai escutar muito ainda essa pergunta. No meu caso, não jogava basquete mas jogava vôlei! Então eu tinha uma baita resposta para responder essa pergunta! E o lado irônico da história é que um dos motivos para eu ter parado de jogar vôlei é que eu era baixa para a posição que eu treinava. Sério.

    5 – “VOCÊ É ALTA HEIN”!?

    Não, não sou. Provavelmente é uma ilusão de óptica que você está tendo”. ” Ah não, na verdade é um sonho, logo você vai acordar e ver que é impressão sua“. Essa seriam as respostas que eu tenho vontade de dar toda vez que me falam isso. Pensa, tenho 22 anos e devo escutar isso umas 3 vezes por semana. Mas a gente vai vivendo e ao invés de dar a frase grosseira e fria, a gente só responde “ah sim, sou” com aquele sorriso maroto.

    Bom, por hoje é isso! Se você que é alta já viveu algumas dessas situações, conta aqui pra gente!

    Beijinhos e até semana que vem!

    Ter 1.85 de altura nunca foi um algo fácil na minha vida; ter 1.75 aos 11 anos muito menos.

    Quando a gente é alto, temos uma leve sensação que não fomos feitos pra esse mundo; a gente se sente meio alienígena, meio avatar (até porque já me chamaram de avatar trocentas mil vezes). Desta forma, vale compartilhar alguns dos momentos da minha infância em que me lembrei (fui lembrada!) que era alta. Dizem as “boas línguas” que nasci de 8 meses por não caber mais na barriga da minha mãe.  Mas vamos aos fatos:

    1 – A ÚLTIMA DA FILA

    girafa

    Normalmente a ordem ficava assim: todas as meninas, todos os meninos e EU. Euzinha lá no final da fila. Isso também ocorria com a ordem na sala: eu sempre sentada no “fundão”; ou nas laterais para não impedir que os colegas enxergassem a professora.

    2 –  EU, MENINO

    Eu sempre tinha que fazer o papel de menino na quadrilha da festa de São João, com direito a calça jeans, camisa xadrez (sem pintinhas) e bigodinho pintado no rosto.

    3 – EU NUNCA TIVE O SAPATO DA MODA

    sapato

    Quando eu era criança, eu não tinha o sapato da Sandy, da Eliana ou outras coisas do moda. Como cresci muito rápido, meu pé todo apressado cresceu junto. Aos 11 anos, eu já calçava enormes tênis de adultos, 37/38.

    4 – APELIDINHOS.

    Os apelidos na escola variavam bastante, desde girafa, gigante, pé de lancha, manuzão. Sério, pensa uma criança de 9 anos com franjinha sendo chamada de MANUZÃO. No final da infância teve o lançamento do filme Avatar, aí já sabem o que aconteceu, né? PLAU! Novo apelido cinematográfico. Obrigada, Cameron!

    5 – FESTA DE FAMÍLIA

    pergunta de tia

    E não posso esquecer de comentar que todas as festas de família tinha a tia que falava “Nossa menina, como você cresceu! Já ta quase maior que eu.” Ou “Nosssa!!! Você não para de crescer” e a mais conhecida de todas: “Sua mãe te colocou fermento, hein?”.

    Isso foram só 5 fatos resumidos de uma infância – quase – traumatizada. Tem mais, muito mais de onde vieram esses. E aí, curtiram? Quem já teve alguma situação na infância parecida? Conta pra gente!