Já comentei por aqui, no YouTube, em todo lugar: o seguro de viagem é uma daquelas coisas que ninguém quer pagar ou investir, mas que é super necessário. Claro, seria muito mais legal investir a grana do seguro em alguns dólares ou eurinhos a mais para gastar durante a viagem, eu sei. Hoje eu quero te contar mais sobre os destinos que exigem o seguro de viagem, independente de você querer pagar por ele, ou não.

O Tratado de Schengen por exemplo, é um acordo feito pelos países europeus que determina algumas regras para o turismo, ou outros tipos de vistos, por lá. Uma das exigências do acordo é a contratação de um seguro viagem de no mínimo €30.000 de cobertura, uma garantia de que a pessoa estará segurado em qualquer imprevisto.

Com um seguro viagem em mãos, você consegue circular livremente nos países que pertencem ao Tratado. Basta apresentar o seguro juntamente do passaporte ao entrar em cada fronteira, durante uma eurotrip por exemplo.

Lista de Países que fazem parte do Tratado de Schengen:

Alemanha
Áustria
Bélgica
Dinamarca
Eslováquia
Eslovênia
Espanha
Estônia
Finlândia
França
Grécia
Hungria
Islândia
Itália
Liechtenstein
Letônia
Lituânia
Luxemburgo
Malta
Noruega
Países Baixos
Polônia
Portugal
República Tcheca
Suécia
Suíça

Há ainda quatro países que não fazem parte da União Europeia, mas que aderiram o Tratado de Schengen e suas exigências: Islândia, Suíça, Noruega e Liechtenstein.

Além dos países acima, existem alguns outros que exigem seguro viagem para que o turista possa entrar no país de destino, como é o caso de Cuba,  que exige cobertura mínima de US$ 10.000 para assistências médicas. Na Venezuela, a cobertura mínima é de US$ 40.000 para coberturas de assistência médica. Já a Austrália, apesar de exigir seguro viagem, não estipula valor da cobertura.

Por experiência própria eu indico fazer seguro de viagem pra quando você viajar para os Estados Unidos, não é obrigatório, mas o sistema de saúde lá não é público e muito pelo contrário, é super caro! Então melhor prevenir, porque nem uma ida rapidinha para tomar um soro por exemplo, vai ser barato. Infelizmente!

E pra te deixar um pouco feliz e economizar no Seguro de Viagem, indico o EASY SEGUROS que eu uso em todas as minhas viagens e nunca me deixou na mão, por isso descolei um desconto especial que você pode conseguir clicando nesse link aqui: CLIQUE AQUI   e usando o código CABIDE15OFF

Beijo e boa viagem!

Desde que estudei sobre a Segunda Guerra Mundial no ensino fundamental, passei a ter muito interesse no assunto. Pensei na possibilidade de visitar Auschwitz, mas sabia que precisava estar preparada pra isso. Li inúmeros livros sobre holocausto, nazismo, fascismo, a vida de Hitler, a vida dos judeus, a vida pós-guerra, li todas as revistas de história que eu encontrava sobre o assunto e até fui a palestras de italianos filhos de sobreviventes contando as histórias de seus pais. Ainda não foi suficiente.

Eu só tinha um final de semana na Cracóvia e queria visitar tanto Auschwitz quanto a mina de sal, então comprei os dois passeios juntos. Paguei em média 80 euros pelos dois, incluindo transfer do hotel até os lugares, visita guiada nos dois, lanche e transfer de volta ao hotel. A visita inclui dois campos: Auschwitz I e Auschwitz II – Birkenau.

portão Auschwitz I

Auschwitz I era um antigo quartel polonês que foi tomado pelos alemães. Na entrada, o famoso portão com a frase “Arbeit Macht Frei” (“o trabalho liberta”). É nos prédios desse campo que fica o museu. Lá podemos ver vários objetos que restaram dos últimos dias antes da chegada dos russos – apenas dos últimos dias, pois todos os bens eram enviados para os alemães. Podemos ver também as latas dos venenos usados nas câmaras de gás, os quartos
onde dormiam os prisioneiros, as celas, a primeira câmara de gás construída para teste, fotografias dos prisioneiros, toneladas de cabelo feminino (a pior parte), a famosa parede da morte e inúmeras malas dos prisioneiros que chegaram no último trem. Todas as malas tinham nomes escritos, algumas também tinham a data de nascimento e endereço. Eles tentaram da melhor forma identificar seus pertences, pois cada um só poderia levar uma mala, então
levaram tudo que tinham de mais precioso. Não faziam ideia do que os esperava.

câmara de gás

parede da morte

A princípio, os prisioneiros eram executados nessa parede à tiros, porém levava tempo, fazia muito barulho e muita bagunça. Os nazistas precisavam de algo mais potente, mais eficiente. Foi aí que criaram as câmaras de gás. Nessa visita guiada é possível entrar na primeira câmara construída e ver os buracos no teto por onde eles jogavam o veneno. Eu confesso que ainda não tenho estômago pra descrever a energia daquele lugar. É quase como se as almas ainda estivessem ali. A energia é muito forte, não só dos judeus, mas também as dos nazistas. A sensação que eu tive era de como se eu pudesse ouvir, ao mesmo tempo, o grito de socorro das almas inocentes e a risada orgulhosa dos monstros que faziam isso.

Auschwitz II é 22 vezes maior que Auschwitz I. Nenhum prédio está aberto para visitas, exceto o prédio dos banheiros que é uma réplica do original. As câmaras de gás foram explodidas pelos nazistas para que não ficassem vestígios dos crimes cometidos naquele lugar. As ruínas permanecem lá exatamente da forma que eles deixaram. É inexplicável a agonia que eu senti vendo aquelas ruínas.

ruínas Auschwitz II

É também em Auschwitz II que vemos a famosa linha do trem por onde chegavam os prisioneiros. No meio do campo, havia uma seleção. Os médicos e guardas nazistas escolhiam quem iria trabalhar e quem iria direto para a morte. Os escolhidos para trabalhar iam pros campos – os outros seguiam direto no trem até o fim da linha, onde seria, também, o fim de suas vidas. Quando os nazistas souberam que a guerra estava perdida e os russos estavam chegando, não se preocuparam mais em recrutar  trabalhadores. Todos iam direto para a morte. Não havia espaço para tanta gente nos crematórios, foi quando começaram a queimar os corpos ao ar livre. E os próprios prisioneiros tinham que limpar a bagunça depois.

linha do trem
sapatos perdidos

Não sei se você, que está lendo isso, acredita em energia. Mas depois dessa visita, fica impossível não acreditar. Eu senti tudo conforme passava pelos lugares. Senti desespero, agonia, tristeza, solidão. No total, a visita durou em média 5 horas. Depois de 3 horas eu já estava doida para sair dali. Isso porque eu havia me preparado muito. Mas você nunca está preparado o suficiente para visitar um local criado para extermínio de vidas inocentes onde 1,3 milhão de pessoas sofreram todo tipo de humilhação possível até serem mortas como se fossem pulgas. Hoje é quarta-feira, fiz a visita no domingo. Ainda tenho dificuldades pra dormir. Ainda fico com as imagens na cabeça toda vez que fecho os olhos. Ainda saio na rua e me pergunto como as pessoas conseguem viver felizes fingindo que nada disso aconteceu. Foi horrível, foi pesado, sombrio, macabro. Eu queria poder não lembrar das coisas que vi. Mas tudo aconteceu, e precisa ser lembrado.

Eu não chorei. O impacto foi muito grande. Não tive tempo para chorar. Foi o dia mais pesado da minha vida. Mas é importante lembrar que o mundo não mudou. As ideias que levaram os nazistas a fazerem o que fizeram ainda existem nos dias de hoje. A diferença é que ainda não surgiu um Hitler para pô-las em prática. Sendo assim, vale a visita. É importante ver o quão absurdo foi o nosso passado para refletirmos sobre o nosso presente e impedirmos que o futuro seja assim tão trágico.


Esse post faz parte do projeto “leitores no blog” onde cada um pode enviar sua história de viagem e aparecer por aqui. O post de hoje foi escrito pela Deborah Izel, você pode encontrar ela no Instagram: @deborahizel . Ela é au pair na Bélgica e fala bastante sobre sua vida e viagens por lá.

Uma das minhas sobremesas preferidas é Tiramisú, e outra coisa que eu também amo é um bolinho no café da tarde com café. Será que da pra misturar isso tudo? Da sim! Te apresento o bolo tiramisú <3

MASSA DO BOLO:

1 xícara e meia de farinha integral
1 xícara e meia de fécula de batata
1/2 xícara de açúcar demerara orgânico
1/2 xícara de óleo
250ml de água
1 colher de (café) essência de baunilha
1 colher de (sopa) fermento em pó

Em um bowl, peneire a farinha, fécula e açúcar em um bowl. Adicione o óleo, a água e essência de baunilha e mexa bem. Após deixar todos os ingredientes em forma homogênea adicione o fermento e mexa um pouco mais. Despeje a massa em uma forma untada e leve passa assar no forno pré-aquecido por 30 minutos a 180 graus.

CREME

600ml de leite vegetal
60g de açúcar demerara orgânico
1/3 xícara de fécula de batata
1/2 xícara de farinha
2 colheres de sopa de margarina de soja (ou vegetal)
1 colher de essência de baunilha
1 caixinha de creme de leite de soja

Bate todos os ingredientes no liquidificador, exceto o creme de leite de soja, e leva pra panela com fogo baixo até engrossar. Desliga e deixa esfriar por completo, após 45 minutos adicione uma caixinha de creme de leite de soja e misture bem.

MONTAGEM

Hora da montagem! Corte o bolo ao meio para criar duas camadas. Molhe as duas camadas com um café passado bem forte e adicione o creme em cima da primeira camada. Coloque a segunda camada por cima, molhe com mais café e adicione mais creme. Para finalizar polvilhe cacau ou chocolate em pó por cima.  Está pronto!

Espero que você tenha gostado. É importante falar que o bolo não fica super doce, o que me agrada muito, e fica melhor ainda servido no café da tarde com uma xícara de café bem quentinho viu?

Um beijo e até a próxima!

Olá! no post de hoje vou te ensinar a fazer uma massa de pizza vegana e sem gluten <3 Estou passando uma temporada na Itália e nada mais gostoso do que ter uma pizza pra acompanhar os vlogs de viagem que estão saindo lá no canal, né? hahaha anota a receita aí!

INGREDIENTES

1/2 xícara de fécula de batata
1/3 xícara de farinha de linhaça
3/4 xícara de farinha de farinha de arroz
1/2 xícara de farinha de grão de bico
10g de fermento biológico seco
1 colher de sopa de açúcar demerara
250ml de água morna
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de sopa de azeite

O primeiro passo é misturar as farinhas, fazer um buraquinho no meio e colocar o fermento biológico seco e o açúcar. No mesmo lugar adicione a água morna e mexa lentamente, após obter uma mistura homogênea coloque o sal e o azeite.  Deixe a massa descansar por 30 minutos com um pano de prato cobrindo a tigela. Abra a massa com a ajuda do azeite nas mãos e transfira-a para uma assadeira untada com azeite.  Leve ao forno por 15 min a 180 graus para pré-assar a massa e em seguida adicione seu recheio preferido, eu escolhi rúcula e tomate seco. Volte ao forno por mais 15 minutos a 180 graus e está pronto!

Nada como uma taça de vinho para acompanhar, né?

Espero que tenha gostado da receita!

um beijo e até a próxima.

A receita de hoje tem tuudo a ver com o mês de junho e a festa mais esperada do ano: São João!! Esse pé de moleque com leite de coco e coco ralado é um pedacinho do céu na terra. Confira a receita completa:

Ingredientes:

3 xícaras de açúcar (mascavo orgânico)
2 xícaras de amendoim torrado sem casca
3 xícaras de leite de coco
100g de coco ralado sem açúcar

Modo de Preparo:

Na panela com fogo medio
misture o leite de coco e o açúcar e mexa sem parar até que o líquido comece a ferver e o açúcar, caramelizar. Adicione o amendoim e o coco e continue mexendo até secar um pouco e ficar com um aspecto “puxa-puxa”. Divida em pequenos montinhos dentro de uma forma e deixe esfriar por pelo menos 4 horas. Retire da forma e sirva!

Não esqueça de acompanhar o passo a passo dessa receita, e de outras também, lá no meu canal do YouTube.

Um beijo!