• Vídeo Novo

  • Continuando meus posts mineiros, depois de Ouro Preto, e antes de Inhotim, passei por Mariana.

    Saímos cedinho de Ouro Preto de trem para chegarmos à cidade de Mariana uma hora depois. O trem é estilo maria fumaça, sabe? Uma gracinha. A vista da janela do trem é maravilhosa, sempre mostrando muita natureza. Aproveitei para tirar uma sonequinha porque a viagem estava bem cansativa, então sempre que a gente tinha oportunidade rolava uma soneca da amizade para aguentar a energia.

    Chegando a Mariana já fomos recebidos com a arquitetura linda e maravilhosamente histórica, assim como Ouro Preto, a cidade também tinham casinhas maravilhosas. Mariana é conhecida por suas minas de ouro, e lá a economia local depende principalmente do turismo e da extração de minérios. A cidade foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais e na sua origem lá no século VXII foi uma das maiores produtos de ouro para o Império Português.

    Andamos, e andamos por lá, vimos praças, igrejas e monumentos. E após o almoço, tiramos um tempo para uma descansadinha na praça (ou melhor, eu tirei hahaha – veja a imagem abaixo) e depois fomos para uma das minas existentes de lá, chamada Mina da Passagem.

    A Mina da Passagem é a maior mina de ouro aberta a visitação. A descida para as galerias subterrâneas se faz de um modo muito legal, através de um trolley (que parece um mini carrinho de montanha russa, e você meio que se sente um dos sete anões entrando para trabalhar), que chega a 315m de extensão e 120m de profundidade. O cenário do interior da é fantástico, foi uma experiência incrível, o passeio é todo guiado e explicado a cada passo.  E pasmem, desde a sua fundação no início do século XVIII, foram retiradas aproximadamente 35 toneladas de ouro. Mas não achei nenhum perdido por lá.

    A mina é um dos passeios que eu mais gostei da minha viagem mineira, ouvir histórias locais é sempre bom né?

    Um beijo e boa quinta.

    Semana passada eu contei pra vocês, como foi conhecer Ouro Preto. Se vocês não leram ainda, clique aqui.

    E essa semana quero contar outra experiência única. Uma experiência um tanto quanto contemporânea. E nada mais é que o dia que eu fui ao maior museu de arte contemporânea de céu aberto da América Latina: Inhotim!

    Antes de começar, vou contar uma curiosidade: Se você já foi para Minas, ou é de lá, sabe que as palavras terminadas com ‘nho’, acabam terminando com ‘im’. E na viagem, chegamos a conclusão, que Inhotim na verdade deveria chamar Inhotinho mas com o sotaque mineiro, ficou Inhotim! haha <3 amo/sou sotaque mineiro, é uma delícia de escutar.

    Agora falando um pouco de lá, o Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz na década de 1980. O local se transformou com o tempo, tornando-se um lugar singular. Realmente, ele é único, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. Lá existe um complexo museológico com uma série de pavilhões e galerias com obras de arte e esculturas expostas ao ar livre.  Inhotim é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea. Novos projetos são inaugurados periodicamente, incluindo obras criadas site-specific para o local, recortes monográficos e temáticos do acervo, fazendo do Inhotim um lugar em contínua transformação.

    O lugar realmente é mágico, mas preparem o tênis. Porque é gigante, em 1 dia inteiro não é possível conhecer todas as obras. Isso porque lá, você pode comprar o ticket de um carrinho, que te ajuda chegar nos pavilhões e obras. Vale muuuito a pena comprar esse ticket, sério. O legal de lá, é que além de obras e paisagens bonitas, bancos bonitos, porque todos os bancos do museu são obras de arte, SIM, feitas pelo arquiteto Hugo França e da até dó de sentar. Além de tudo isso, você entra em contato com as obras. Em diversas obras do museu é possível entrar, tocar, ouvir. Um dos galpões que entramos tinham diversas salas, uma você tinha que entrar descalço e pisar na água, outra tinha redes com uma musica super alta, outra vários colchões, em outra tinha bexigas para você dançar entre elas, é fantástico! E também tem uma piscina, isso mesmo, no meio do museu e óbvio que o meu grupo de amigos entrou, e até ginástica laboral fingimos fazer lá, foi um sarro, todos estavam olhando! Tem vídeo, mas todos me matariam se eu publicasse! HAHAH

    Acho que melhor do que contar, é mostrar algumas fotos do lugar, inspire-se e conheçam.

    Sobre a alimentação lá, se você quer gastar pouco, sugiro levar uns lanchinhos na bolsa e só comprar o necessário, porque o preço é bem salgadinho. Vale também, levar água de casa!

    Sobre os ingressos: a inteira é R$40,00, mas tem meia para estudante. Aí além disso, você tem que a opção de pagar o ticket do carrinho separado, mas infelizmente não encontrei esse valor no site. Outra coisa legal é levar uns troquinhos pra trazer uns souvenirs.

    É isso, espero que tenham gostado, Inhotim é lindo! <3

    Até semana que vem.